Na realidade não existe um sentido específico que tenha me feito iniciar esse 'canto', e sim uma carência anormalmente grande de escrever.
Justifico com a frase de Caio Fernando Abreu: '...tive vontade de sentar na calçada da Rua Augusta e chorar, mas preferi entrar numa livraria, comprar um caderno lindo e anotar sonhos.'
Escrever, ato tão natural, tão cotidiano, tão simples. Mas ao mesmo tempo uma coisa tão impressionante, fantástica, que nos transpoe a realidade, nos cria um mundo próprio, nos leva pra um lugar só nosso.
Escrever alivia dores emocionais, escrever me faz refletir, ver as coisas de ângulos diferentes. Me transporta pra dentro de mim, de um jeito diferente, melhor, não sei. Faz tempo que venho ensaiando isso, ensaiando uma forma de divagar o pensamento para além das idéias.
Nem sei se vai durar, afinal, é preciso certa diciplina pra manter um blog atual, e diciplina é uma coisa que eu não tenho normalmente. E além do que, é necessário tempo e paciência (Sou uma pessoa cheia de virtudes, certo?).
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Um comentário:
é assim mesmo, Bah...eu também me sinto assim quando escrevo. Deus te abençoe, tem aqui sempre uma fã!
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